3 de fevereiro de 2011

Comentários ao JWT's Things to Watch in 2011

1. 3D Printing: nunca tinha visto. Mas se a ideia é permitir a impressão rápida de trabalhos de engenharia e arquitetura, definitivamente tem seu valor.

2. Africa's Middle Class: se os investimentos também forem orientados à dar mais educação, principalmente educação técnica, aos povos, ótimo!

3. Apps Beyond Mobile: os preços deveriam seguir o modelo dos mobile apps também, mas baixos. Pagar centenas de dólares por um software é complicado, ainda mais para um usuário doméstico. Pagar por volume de consumo da nuvem é uma boa opção.

4. Art.sy: desconheço.

5. Auto apps: já deveria ter acontecido antes. Tanta reatividade assim só poderia ser da velha indústria automobilística e seus gerentes dinossauros. Iremos ver o mesmo filme de novo. Os primeiros devices serão totalmente proprietários e fechados... com o tempo as montadoras adotarão padrões de mercado e/ou formatos não-proprietários. Uso pleno e satisfatório vai demorar um pouco ainda.

6. Automatic check-ins: imagino o que seja, mas não ouvi falar ainda de um caso de sucesso.

7. Bamboo: natureza a serviço do homem.

8. Banks branch out: visão interessante e que pode evoluir muito quando as informações do correntista forem usadas para sugerir produtos e serviços via, por exemplo, AR. Tem alguém que conhece mais nossos hábitos de consumo do que os bancos?

9. Banner ads do more: legal.

10. Beer sommeliers: não mais necessário do que bons wine sommeliers.

11. Biomimicry: desconheço.

12. Bjarke Ingels: desconheço.

13. Brazil as E-Leader: volume não é qualidade nem implica na resolução de problemas. Usamos bastante o Twitter, sim, mas cadê o e-Gov proposto há mais de 10 anos? A maioria dos serviços que dependem de tecnologia no Brasil são péssimos, de telefonia celular até uma simples compra de ingressos. De novo: volume não é qualidade.

14. Breaking the Book: muito complexo. Livros são excelentes, e-readers também. Fiquemos com os dois.

15. Brigadeiro: sem comentários.

16. Buy one, give one away: sensacional!

17. Captcha advertising: hilário... quando resolverem a questão dos captchas ilegíveis poderemos evoluir para esse modelo.

18. Children's e-books: revolucionário! Não dá mais para educar apenas com livros, giz e quadro negro em sala de aula. Games educativos, redes sociais de aprendizagem, colaboração, remix de materiais didáticos, micro-avaliações... a lista é longa e fantástica!

19. Coming clean with green: desconheço.

20. Costlier cotton: compre roupas usadas e/ou cuide das que você tem.

21. Culinary calling cards: ingrediente para países onde o turismo é levado a sério.

22. Decline of the cash register: quero ver os sonegadores de impostos aqui no Brasil adotarem essa. A padaria aqui do lado de casa não emite NF nem se você pedir. "Compra com celular? NF-e integrada? Isso é coisa de fresco..."

23. Deforestation awareness: muita politicagem, discursos... ações práticas e, principalmente, percebíveis? Nenhuma.

24. Detroit: não conheço.

25. Digital downtime: pra quê?

26. Digital etiquette: pra quê?

27. Digital indoor maps: vai vender muito em SP (+70 shopping centers)

28. Digital interventions: perda de tempo e energia.

29. East London tech city: desconheço.

30. E-Book sharing: interessante e inevitável. Nos países em desenvolvimento deveria ser combinado com o "buy one, give away one", favorecendo os mais pobres.

31. Electronic profiling: deverá ser útil no setor de segurança. Imagine isso na porta dos estádios identificando potenciais fanfarrões.

32. Entrepreneurial journalism: simpatizo bastante, mas precisa ser independente para funcionar direito.

33. Facebook alternatives: "dá para entrar usando o login do Facebook?"

34. Fashion fast forward: parece ser o modelo de negócio ideal para os modistas. Vai aquecer bastante a cadeia de valor.

35. F-Commerce: fantástico!

36. Food, PhD: é novidade?

37. Gay-centric hotels: engraçado não ter nascido junto com os primeiros cruzeiros gays. E mais engraçado ainda ter funcionado nos EUA, um país ainda bastante conservador nesse respeito. Não espere ver isso prosperar em países islâmicos.

38. Global disease refocused: assistiu "O Jardineiro Fiel"?

39. Green luxury cars: não mais importantes do que os modelos focados nas massas.

40. Group manipulated pricing: mais uma forma de entretenimento. Comprar online virou um game coletivo.

41. Heirloom apples: desconheço.

42. Home energy monitors: interessante. Qualquer coisa que dê mais transparência quanto ao uso de água, luz e gás será muito bem vinda. Como saber se não estamos sendo roubados "nos centavos" há decadas?

43. Ignorance is bliss: bem... sempre haverá competição no mundo. Você lembrará disso na hora do vestibular, da entrevista de emprego e de trazer os resultados para a empresa.

44. In the flesh: vou usar o tópico acima como desculpa para ignorar este.

45. Jennifer Lawrence: desconheço.

46: London turism: desconheço.

47. Long form content: duvido que vingue. Lemos cada vez mais rápido e menos. Mídias ricas vão aniquilar essa proposta.

48. Matcha: desconheço.

49. mHealth: fantástico! Vamos monitorar o que há de mais importante na nossa vida: nossa vida.

50. Micheal Jackson lives on: beat it!

51: Micro-business: nada novo.

52. Mobile blogging: há pelo menos 5 anos.

53. Mobile memes: sensacional! Deveria ser o item #1 da lista.

54. The nail polish economy: nada novo.

55. Nanobrewers: ouvi dizer que estão produzindo vinho no meio de grandes cidades como Chicago! Só nos resta saber se é de qualidade.

56. Near field communication: quase novo.

57. The new mobility industry: car sharing não é novo, mas a evolução do modelo é não menos do que fantástica. As opções de locação são bem interessantes e os preços, convidativos. Quando o teletrabalho for massificado ao redor do mundo, micro-locações de autos/motos será parte do cotidiano de gente inteligente.

58. New nordic cuisine: qualquer melhoria nesse campo é bem-vinda.

59. Next-generation documentarians: tem trabalhos incríveis sendo produzidos. Sou fã do "Internet Killed Television", um programa misto de documentário com reality-show produzido por um jovem casal americano no YouTube.

60. Neymar: 1% à frente dos outros. Tem muita bola pra jogar. (obs.: não torço para time algum)

61. NKOTBSB: mais do mesmo. Naaaaada novo!

62. Objectifying objects: arte não se discute.

63. Odyssey trackers: muito legal. Vai na linha do #59.

64. Older workforce: há quem diga "se eu para de trabalhar, morro". É bem por ai.

65. The Oprah Winfrey Network: simpática e competente. Um exemplo de postura profissional para muita gente.

66. Pedro Lourenço: desconheço.

67. Personal taste graphs: engraçado não? De repente todos são fãs de matemática e estatística (fora dos EUA).

68. Piers Morgan: desconheço.

69. Pogo: desconheço.

70: P-to-P car sharing: nada novo.

71. Rooney Mara: desconheço.

72. Rum: a base de um bom Cuba Libre.

73. Rye Rye: desconheço.

74. Ryo Ishikawa: desconheço.

75. Scanning everything: fantástico! QR code + telefone celular é uma combinação de potencial imenso!

76. Self-powering devices: nada novo.

77. Smart lunchrooms: nada novo.

78. Smart-infrastructure investment: nada novo.

79. Smartphones cameras take over: acima de 3.2Mp qualquer celular é uma câmera.

80. Smoking in the fringe: nada novo.

81. Social browsers go mainstream: Flock já existe há anos.

82. Social Networking Surveillance: que absurdo, não? Governo cruzando os dados de quem está em redes sociais. investigações... eu mudaria o título desse item para "The World Wild Web times are gone".

83. Social Objects: idêntico ao QR code.

84. Space travel goes private: absolutamente fantástico. Por essa nem Charles Darwin esperava: macacos evoluídos fazendo turismo no espaço.

85. Stories products: egocentrismo elevado a enésima potência. Mas interessante de qualquer forma, principalmente para quem tiver boas estórias pra contar.

86. Stricter green building standards: ótimo se a definição dos padrões for feita de maneira isenta e sem a pressão do lobby dos fabricantes de materiais de construção.

87. Tablets for tots: dois ou três tópicos da lista já tocaram no assunto. Não creio que o hardware seja determinante nesse caso. Ter somente o tablet de 7 polegas não vai resolver o problema do ensino. Empresas que já atuam nesse segmento fornecem o tablet, o conteúdo, o treinamento dos professores etc. ou seja, a "experiência completa".

88. Tap-to-pay: item repetido na lista.

89. Tech liaisons: muito interessante e agressivo do ponto de vista de marketing. Realmente, os departamentos de marketing e desenvolvimento de produtos nunca tiveram tantos advogados.

90. Tech-enabled throwbacks: item repetido na lista.

91. Temporary Tattoos Go High-End: há sempre a opção de comprar uma camiseta (chinesa) com um dragão estampado.

92. Tintin, the movie: desconheço.

93. Transmedia producers: muito interessante. Deve ser reflexo de uma demanda muito forte por profissionais que tenham esse perfil pessoal e conhecimento para atuar de forma "transmedia".

94. Tube-free toilet paper: hilário. Dá para não ser sarcástico com uma coisa dessa? "Como pude viver sem isso até hoje?"

95. Ukraine: desconheço.

96. Urban industrial parks: muito interessante. Outro dia vi um projeto parecido cuja ideia era fazer de todo teto de edifício um jardim. A cidade quando vista de cima seria um grande jardim verde.

97. Video calling: nada novo.

98. Virtual mirrors: bacana.

99. Voice activated apps: nada novo. Se funcionar melhor que os atuais, ótimo!

100. YouTube the broadcaster: a maior "antena" de TV do mundo.

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